quinta-feira, 27 de junho de 2013

A presidente Dilma,estava com a intenção de decretar o Estado de Sitio

Teria sido tudo o que queriam, o "sonho de uma noite de verão" dos mentores, promotores, apoiadores, patrocinadores das "revoluções", "revoltas  do povo" contra os respectivos governantes - no Afganistão, Síria, Egito, Oriente Médio e outros.
 
O comportamento e a posição dos que impediram a insanidade - Henrique Alves, do Senado Federal,  Renan Calheiros da Cãmara Federal e o ex-presidente José  Sarney - justifcam o porquê das campanhas predatórias contra a moral de alguns deles: inadmissível para os mentores,  promotores, apoiadores, patrocinadores das "revoluções", "revoltas  do povo", contra os respectivos governantes que brasileiros nacionalistas impeçam o Brasil de viver clima de guerra civil.
 
No que convencionaram chamar de "politicamente correto" - a posição nacionalista é o caminho direto para que sejam julgados pelo Tribunal Penal Internacional - aquele Tribunal criado para julgar e condenar os governantes nacionalistas.
 
Mas, o Brasil está atento. Vão ter que respeitar o entendimento dos nacionalistas brasileiros: o Brasil amigo e inclusivo merece respeito!
 
From: AFoose
To: IBIN 
 
---------- Mensagem encaminhada ----------
A  presidente Dilma,estava com a intenção de decretar o Estado de Sitio,que suspendia as garantias constitucionais em face das manifestações que estavam ocorrendo em todo o Brasil.Só não levou a frente o seu plano, porque foi aconselhada pelos presidentes das Câmara dos Deputados,Henrique Alves , do Senado Federal  Renan Calheiros e pelo ex-presidente José  Sarney,para não decretar  esse ato de violência contra o povo brasileiro.Se tivesse acontecido o Brasil,já estava vivendo um clima de guerra civil. 

JOAQUIM BARBOSA_PRESIDENTE DO BRASIL 2014

Muita calma nesta hora.
Há que se ver os interesses que veio defender, diretamente do Doutorado no exterior.
Os mentores são perseverantes, inteligentes, pensam que enganam, mas, são repetitivos.
 
As táticas do comprometer o apoiado a "fazer o dever de casa" e a do "nosso homem no Brasil" são sempre as mesmas - e não podem mais ser aceitas.  
 
Há que se ter em mente que o Brasil se basta, em todas as áreas da economia -  tem que ser governado de dentro para dentro, incluindo interesses comuns e excluindo os demais.
 
Inadmissível que os Contratos Internacionais, a ser firmados, contenham cláusulas abusivas, leoninas em favor dos apoiadores, mandantes, outorgantes, representados.
 
Inadmissível que os Contratos Internacionais, a ser firmados, contenham prazos de 30, 50 anos renováveis por mais 30, 50 anos.    
 
Caso contrário, "vai ficar tudo como antes no quartel de Abrantes": será apenas, uma troca de mandantes, outorgantes, representados, dividindo com os atuais - a satisfação de objetivos comuns, os quais, até o momento, têm se mostrado contrários ao desenvolvimento e bem-estar dos que residem no Brasil.

 
----- Original Message -----
From: AFoose

To: IBIN 
 
:
TÔ COM O JOAQUIM BARBOSA E NÃO ABRO. AGORA, PREPAREMO-NOS PARA OS ATAQUES INSANOS DOS "BANDEIRINHAS VERMELHAS" CONTRA ESSA INEXORÁVEL CANDIDATURA. MAS ESTA JÁ DECOLOU PARA POUSAR NA CADEIRA DE PRESIDENTE DA REPÚBLICA EM 2014. 
AINDA HOJE IREI MANDAR CONFECCIONAR UMAS CAMISETAS COM O SLOGAN: "COM BARBOSA NÃO HÁ QUEM POSSA".

A Evolução das Manifestações - A Previsão impossível

 
A Psicologia das Multidões
 
    È bonito ver uma multidão empolgada. Há uma sensação de união, da luta por um ideal, de onipotência, mas nunca se sabe o rumo que ela vai tomar.
    A psicologia das multidões foi estudada por Gustave Le Bom, que nos legou preciosos conhecimentos, úteis para quem pensa que um dia poderá ter que conduzir ou controlar alguma. Ensina ele: “Uma massa é como um selvagem; não está preparada para admitir que algo possa ficar entre seu desejo e a realização deste desejo. Ela forma um único ser e fica sujeita à lei de unidade mental das massas. As personalidades individuais desaparecem e o mais eminente dos homens dificilmente supera o padrão dos indivíduos mais ordinários. Ela não pode realizar atos que demandem elevado grau de inteligência. Numa multidão ensandecida é a estupidez, não a inteligência, que é acumulada. O sentimento de responsabilidade que controla os indivíduos desaparece completamente. Todo sentimento e ato são contagiosos. O homem desce diversos degraus na escada da civilização. Isoladamente, ele pode ser um indivíduo; na massa, ele é um bárbaro, isto é, uma criatura agindo por instinto. A multidão não constrói. Só tem força para destruir”.
    Quando Le Bom descreveu a multidão, a sociologia científica (não ideológica) ainda não tinha identificado o estereótipo das ações das classes sociais, considerava-se que nas multidões predominariam os elementos da classe dos excluídos, cuja tradicional imprevidência e irresponsabilidade os conduziriam a destruir tudo. Quando predominam indivíduos de classe média pode haver alguma diferença no comportamento.
   Apesar disto presenciamos a baderna em vários locais do País. Quebram prédios. Prejudicam o trânsito. Atacam a Polícia para obrigá-la a revidar. Já era de se esperar que numa multidão houvesse baderneiros e ladrões, mas quando foram presos vários baderneiros declararam que receberam dinheiro para criar desordem. Verificou-se que alguns outros trabalhavam no próprio palácio do Governo, indicando que alguma facção governamental pode estar envolvida na criação e organização dos presentes movimentos.
 
 
Como teria começado
 
    O primeiro a convocar uma “manifestação” teria sido o Zé Dirceu. Depois tivemos os “esculachos”, organizados pelos esquerdistas radicais, que não foram adiante por falta de apoio popular. As manifestações que estamos presenciando teriam sido montadas e organizadas nos centros acadêmicos controlados por movimentos ideológicos de extrema esquerda, principalmente nos diretórios das Faculdades de Filosofia. Na orientação esquerdista certamente providenciaram para que não fosse uma manifestação totalmente pacífica.
     Foi fácil sentir as digitais do grupo organizador; A especialidade número um das esquerdas radicais é incitar as massas O pretexto para as manifestações foi incoerente e inconsistente e não mobilizou as classes trabalhadoras, pois trabalhadores recebem vale transporte, mas foi suficiente para juntar universitários indignados com a corrupção e a politicagem. Entediados com a vida fácil, mas cheios de vigor, agarraram a oportunidade de romper com a covardia oficial (do não reaja) e sair em busca de um “Santo Graal”.
  
A evolução
 
 A verdade é que nem tudo saiu como foi planejada, a garotada de classe média conteve em parte a violência da multidão e repudiou os provocadores. O movimento tomou vulto surpreendente por causa da insatisfação geral e essa insatisfação fez com que as reivindicações fugissem do controle de seus organizadores. Os partidos políticos tem sido rejeitados, principalmente os esquerdistas radicais que pretendiam conduzi-lo em favor de seus ideais e aparece uma possibilidade de forçar a solução de alguns dos problemas nacionais. Entretanto, os grandes problemas nacionais só foram citados de forma difusa, até por ignorância dos manifestantes e certamente não serão tratados prioritariamente fala-se muito contra a corrupção, mas sem objetividade. Quase não se toca na perigosa questão indígena e ás vezes defende-se romanticamente posições prejudiciais ao País como a defesa exagerada do meio ambiente.
  
Final, a quem as manifestações beneficiam?
 Bem, quid prodest ? Quem ganha ou pensou ganhar com isto? Poucas dúvidas restam que o grupo sindicalista do PT (leia-se Zé Dirceu), desejoso de derrubar a Dilma esteve na liderança, secundado pelo PSOL, PSTU e outros radicais, claro, contando com a colaboração de vários “companheiros de viagem A extrema esquerda soube sempre espalhar ódio entre diferentes grupos e jogar uns contra os outros. Desta vez conseguiu mobilizar contra a ordem vigente uma sociedade indignada, mas sem saber direito para onde apontar suas armas. Cansada da política, dos partidos, do Congresso, dos abusos do poder, as pessoas saem às ruas com a sensaà �ão de que é preciso “fazer algo”, mas não sabem ao certo o que ou como fazer.
    Apesar dos esquerdistas, até agora, terem falhado em conduzir o movimento para os ideais deles, pode ser que ainda consigam, por serem os únicos organizados. Até agora tem sido um tiro no pé, pois estão sendo os mais prejudicados. A tática da reação governamental está dando certo: pouca intervenção  e as imagens de vandalismo criam uma má vontade para com os vândalos e permitem uma reação forte quando ficar insuportável. Este filme viveu-se antes de 1964, também comandado por uma esquerda cega e violenta. Por sorte, naquela época, a classe média foi às ruas com o apoio das Forças Armadas e inverteu a situação.
   Até agora só se vê prejuízos; o custo das depredações alcançará a dezenas de milhões e o prejuízo nas quebras de negócios e do turismo passará de um bilhão.
A esquerda gritona ficará reduzida ao seu real tamanho, ou seja, à insignificância , o Governo ficará diminuído e os políticos serão hostilizados onde quer que apareçam, mas não mudarão de índole.
   O País perderá força e credibilidade e o sistema financeiro internacional certamente se aproveitará da ocasião.
  
 
O futuro incerto
 
      Desta vez ainda não se sabe o rumo que tomará pode ser que as manifestações se extingam naturalmente tendo apenas dado um susto nos políticos,assim como podem forçar a solução de alguns atos de corrupção ou ainda tomar tal vulto que obrigue a intervenção autônoma da Forças Armadas. Isto dependerá muito da comunicação, na mídia e na internet.
    Em qualquer caso o prejuízo para o País já foi evidente. O melhor que poderia ainda acontecer seria marcar o início da substituição da corrupta Democracia Representativa pela Democracia Direta, aproveitando as facilidades da internet.   
 
Que Deus Proteja o nosso País
 
Gelio Fregapani
 
OS Aos meus amigos informo que já estou em Vila Velha, ES, e meus telefones são
 
 
ADENDO
(Copiado quase inteiramente de” Independência Sul-Americana” do blog Archive)
Conselho Editorial Sul-Americano em 22/06/2013
 
NÃO PODERIA TER ACONTECIDO NADA MAIS IMPORTANTE PARA O BRASIL DO QUE AS MOBILIZAÇÕES DE MASSA, AO LONGO DA SEMANA, CUJAS CONSEQUÊNCIAS SÃO APROFUNDAMENTO DA DEMOCRACIA, COMO PARÂMETRO PARA AVANÇAR NA MELHOR  DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NACIONAL, MEDIANTE CONQUISTA POLÍTICA DE MAIOR REPRESENTATIVIDADE POPULAR, NO CONGRESSO, AVANÇANDO NA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA SOB PRESSÃO DA DEMOCRACIA DIRETA, IMPULSIONADA NAS RUAS. Se a presidenta Dilma Rousseff não estivesse expandindo os gastos do governo para garantir o consumo interno que aumenta os investimentos e atrai investidores, no cenário da crise global, responsável por paralisar as economias capitalistas desenvolvidas, não teria o seu governo enfrentado, apenas, uma marcha social pacífica de milhões de brasileiros e brasileiras, nas ruas, embora tenha havido, no meio das passea tas, os baderneiros, capazes de assustar a classe média, alvo político maior da titular do Planalto, para conseguir sua reeleição em 2014. Não, em vez de movimento pacífico, ela estaria enfrentando movimentos revolucionários explosivos, possivelmente, armados, sem lideranças políticas, em todo o território nacional, abalando de vez a democracia representativa, totalmente, desmoralizada, pela inação dos congressistas, sob governo de coalizão, prisioneiro da corrupção político eleitoral. São os gastos do governo, que, embora pressionem a inflação, relativamente, sob controle, a alternativa mais adequada, para evitar o que, na falta deles, nesse momento de crise global, estaria acontecendo, isto é, o aumento do desemprego, a queda violenta de arrecadação, a impossibilidade completa dos investimentos em infraestrutura etc. O processo inflacionário, que puxa a demanda global, por conta do gasto governamental, é o principal responsável pela situação de P LENO EMPREGO que vive o Brasil, garantindo, em plena desaceleração da economia mundial, afetada pela deflação, em vigor nos países ricos, o dinamismo das atividades produtivas. Certamente, a inflação não é bom negócio, para os salários, se sai do controle do governo, beneficiando, apenas, o capital. Isso não está, na verdade, acontecendo. Mas, a política salarial em vigor, garantindo reajuste dos rendimentos, de acordo com a evolução dos preços, tendo, ademais, a vantagem adicional de assegurar, ao salário mínimo, rendimento acima da inflação, mais o crescimento do PIB, não impõe arrocho, constituindo fator de equilíbrio social.  Pelo contrário. Por isso, dada a preservação do poder de compra dos salários, a inflação provoca menos estragos, assim como preserva, em patamar satisfatório, a taxa de emprego na economia. Já o capital, tendo tido, além da inflação, que eleva os preços, a vantagem das desonerações e dos incentivos fiscais, gar antidos pelo tesouro, garantia essa que se expressa, naturalmente, em inflação de subsolo, ou seja, oculta. O contrapeso desse jogo é que o pleno emprego sustenta a arrecadação, com a qual o governo equilibra suas contas, contando, ainda, com a estratégia de levantar dinheiro com as concessões, ao setor privado. Na exploração dos serviços de infraestrutura , na base da parceria público-privada, nos setores de energia, petróleo e minerais, sob orientação nacionalista, o governo obtém recursos para investir em educação, saúde, segurança, infraestrutura etc, alvos de reivindicação das massas nas ruas. O pacto político social que a presidenta propôs, em pronunciamento à população, para discutir com governadores, prefeitos, parlamentares e representantes da sociedade civil, para debater a oferta de mais e melhores serviços públicos, cuja insuficiência motivou ela a ir às ruas, criando nova corrrelação de forças políticas, no cenário nacional, si naliza nova governabilidade. Esta ganha novo perfil. A prioridade, de agora em diante, é atender os interesses da cidadania, e não satisfazer, prioritariamente, como vem acontecendo, os interesses dos credores do Estado, na base da especulação. Esse chamamento nacional ao pacto político social desembocará, necessariamente, no avanço da reforma política, no Congresso, de modo a ampliar os mecanismos de representação popular, oxigenando a democracia representativa sob o influxo da democracia direta, expressa na pressão popular. A nova dialética social sinaliza que o combate à inflação não se dará como querem os neoliberais, representados por Aécio Neves, do PSDB, defensor do arrocho fiscal, que, se levado a efeito, produz explosão social e, no limite, no fim da democracia.
Se estivesse sendo implementanda uma agenda neoliberal de conter os gastos do governo, que puxam a demanda privada, e garantem o pleno emprego, certamente, o resultado que estaria colhendo, agora, na crise global, seria deflação, expansão do desemprego e revolução,que colocaria os militares na rua para evitar o caos.  
 
Ao contrário do senso comum de que a inflação representou o estopim das manifestações sociais por conta do aumento R$ 0,20 no preço das passagens urbanas do transporte coletivo na maioria das cidades brasileiras, foi ela que evitou uma explosão social muito maior, caso predominasse o seu oposto, a deflação, cujas consequências são quedas gerais dos preços por falta de consumo, acompanhadas de elevação exponencial do desemprego.
Inflação ou deflação?
Inflação, alta de preços, aleija; deflação, derrubada dos preços,  mata o capitalismo.
O que mais desejam os governos capitalistas desenvolvidos, nesse momento, Estados Unidos, Europa e Japão, em crise de realização da taxa de lucro do capital especulativo?
Mergulhados em excesso de capacidade produtiva, escassez de consumo, por conta do excessivo endividamento das famílias e dos governos, queda de preços e elevação insuportável do desemprego, eles buscam a inflação, que, segundo Keynes, “é a unidade das soluções, o elixir que puxa da demanda global”.
Por que?
Porque eleva os preços, diminui os salários, reduz os juros e perdoa as dívidas dos capitalistas contraídas a prazo”.
Escolha de Sofia: deflação com desemprego ou inflação(relativamente sob controle) com pleno emprego?
Obama e Abe, no Japão e nos Estados Unidos, o que fazem, desesperadamente?
Tentam a mágica de aumentar a oferta de dinheiro na circulação capitalista e reduzir a zero ou negativo a taxa de juros, para estimular o setor privado.
Porém, como o governo não pode mais gastar por conta do excesso de dívidas, a economia patina, pois ela não consegue se suportar sob lassair faire.
A história econômica já mostrou isso à larga.
Como o setor privado – D1(departamento de produção de bens de consumo) + D2(departamento de produção de bens de produção) – segue a lógica da maximização do lucro e a minimização dos custos, quanto mais eleva a produtividade, de um lado, e concentra renda, de outro, mais acumula capacidade produtiva, ao mesmo tempo em que enfrenta crônica insuficiência de consumo.
No limite, mais oferta com menos demanda, os preços desabam.
Temporariamente, os salários se valorizam, mas como a produção estanca, ocorre, apenas, uma vitória de Pirro, pois, em seguida, vem a onda de desemprego.
De que adianta aumento exponencial da produção e da produtividade, se, com a expansão do desemprego, o consumo cai?
Foi isso que levou o capitalismo americano ao crash de 1929, cuja duração destrutiva esticou-se até 1943.
Qual foi a saída?
A emergência do D3.
O que é D3?
É o departamento de produção de não-mercadorias, para ser consumidas pelo governo mediante emissão de moeda papel inflacionária que precisa ser enxugada em parte por emissão de títulos da dívida pública interna.
A expansão de D3 tem por função puxar D1 + D2, que haviam entrado em colapso em 1929.
O problema, agora, em 2013, para o capitalismo cêntrico – Estados Unidos, Europa e Japão – , é que D3, por conta do excesso de dívidas governamentais, não pode mais comprar, sem limites, não-mercadorias(produtos bélicos, espaciais e nucleares, ampliação do funcionalismo público, gastos em infraestrutura, enfim gastos dissipadores, que hipertrofiam o Estado).
Por que é necessário hipertrofiar o Estado?
Porque os gastos de D3, inflação, evita a insuficiência de consumo em D1 + D2, deflação.
Obama, se não conseguir resolver o impasse ideológico, que perdura entre os partidos Democrata e Republicano, cujas consequências paralisam os gastos do governo, dificilmente, resolverá o principal problema político americano, ou seja, o desemprego.
Ele não conseguirá reduzir par 5% a taxa de desemprego, oficialmente, h0je, na casa dos  8%/9%, chegando aos 10%/11%, se forem levadas em conta as pessoas que deixaram de procurar trabalho, se D3(governo) não exercitar sua função econômica – e política – essencial, ou seja, garantir pleno emprego, via elevação da demanda estatal.
A eficiência privada(D1+D2), acionada pelo aumento da produtividade, alavancada, exponencialmente, pela  ciência e tecnologia, colocadas a serviço da produção de bens e serviços, vomita empregos, mesmo diante da estratégia obamista de elevar a oferta monetária e reduzir os juros.
Jeremy Rifkin deixa isso muito claro, em “Fim dos empregos”, MB Makron Books, 315 pags.
A função de D1 + D2 não é gerar empregos, mas lucros, enquanto amplia o desemprego, porque ao lado da geração da lucratividade crescente, concentradora de renda, produz, contraditoriamente, insuficiência de demanda global.
Para que os empregos sejam criados, faz-se necessário e imprescindível que D3 entre em cena.
Caso contrário, nenhum governo, no regime democrático, para em pé.
Eis o que apavora Ben Bernanke, presidente do FED, que tem por obrigação sustentar equilibradamente emprego(crescimento) e inflação.
Sem inflação, isto, sem D3, não há emprego, mas, sim, a destruição de D1 + D2.
Abe, no Japão, da mesma forma, arranca os cabelos.
Diante da dívida do governo, que já está acima de 220% do PIB, tenta acionar D1 + D2, jogando os juros para baixo, enquanto aumenta a oferta de moeda.
Mas, como o governo japonês(D3) esgotou sua capacidade de endividar-se, corre o mesmo perigo de desgaste ao qual Obama está exposto: não ser capaz de aumentar a taxa de emprego, porque não pode jogar com a inflação(D3).
Mergulham, assim, Abe o Obama na armadilha da liquidez.
Dilma, no Brasil, está sendo criticada, fortemente, pelos neoliberais porque aciona D3(governo), via expansão fiscal, para manter pleno emprego em D1 + D2(setor privado).
Graças às políticas redistributivas de renda e sociais, bancadas há dez anos por Lula-Dilma, em plena crise global, responsáveis por elevar a demanda, possibilitada pelo potencial do mercado interno, absorvedor dos investimentos gerados por D3, a oferta de emprego se expandiu.
Certamente, a expansão fiscal representa inflação, dialeticamente, oculta na dívida pública, mas, também, produz arrecadação, que garante investimentos, alavancados por quem, mesmo?
D3.
Até quando será possível expandir D3, para bancar pleno emprego em D1 + D2?
Por enquanto, a relação dívida pública se encontra na casa dos 35%/40% do PIB e o governo, diante da potencialidade do mercado interno e das oportunidades de investimento disponíveis no Brasil, no cenário da crise mundial, pode continuar tomando emprestado, para ir empurrando o negócio com a barriga, ou melhor, fugindo para frente.
Relativamente, o governo brasileiro está em muito melhores condições que o governo japonês e o governo americano no que diz respeito ao endividamento público, proporcionalmente ao PIB, mas a capacidade de endividamento governamental brasileiro, para continuar sustentando D1 + D2, à custa de D3, tem limites.
Entram, nesse momento, em cena os neoliberais: chega, dizem eles, de D3; basta de gastos públicos, como corneteia Aécio Neves.
Mas, onde o mineiro pouco esperto quer chegar quando pensa em conter D3?
Aumentar a taxa de desemprego, porque sua proposta destrói D1 + D2, que não sobrevivem sem D3.
A dialética das ruas em ebulição ao longo da semana histórica que balançou, politicamente, o Governo Dilma diz, claramente, que o Brasil estaria muito pior se a solução de Aécio, de conter D3 estivesse em cena.
D1 + D2, em face da pregação oposicionista, levaria à expansão do desemprego com deflação.
Aí, sim, a explosão social não ficaria, apenas, no que aconteceu, deixando a população preocupada, com o movimento pacífico da maioria, embora perturbado por uma minoria de baderneiros.
Se D3 estivesse inviabilizado, no Brasil, como se encontra bloqueado, nos Estados Unidos e no Japão, o tsunami social teria levado tudo de roldão.
Os militares entrariam em cena, deporiam Dilma e a ditadura estaria de volta.
Resumindo, o jogo neoliberal conduziria a maus resultados. A D3 é a salvação dos empregos em D1 +

terça-feira, 25 de junho de 2013

Palestinos inauguram centro médico construído com doação do Brasil

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visitou Israel e territórios palestinos neste semana

Ministro da Saúde Alexandre Padilha durante recepção em Tel Aviv Foto: Guila Flint / Especial para Terra
Ministro da Saúde Alexandre Padilha durante recepção em Tel Aviv
Foto: Guila Flint / Especial para Terra
  • Direto de Tel Aviv
ministro da Saúde, Alexandre Padilha, inaugurou neste sábado um centro médico na cidade palestina de Dura, no sul da Cisjordânia, construído com recursos doados pelo governo brasileiro.
"Foi uma cerimônia bastante emocionante", disse Padilha aoTerra, ao final de uma visita de três dias a Israel e Palestina. "Os palestinos em Dura ficaram muito agradecidos pela nossa contribuição, que faz parte da colaboração do Brasil para ajudar na construção do Estado Palestino", afirmou.
De acordo com Padilha, dos US$ 10 milhões doados pelo Brasil para a Autoridade Palestina, US$ 4 milhões são provenientes do ministério da Saúde e estão sendo investidos em centros de reabilitação e de tratamento materno-infantil. "Consideramos a contribuição à saúde como parte dos esforços pela paz nesta região", acrescentou o ministro.
Palestinos agradecem ao povo brasileiro
Nazih Abed, que dirige o novo centro médico de Dura, fez questão de agradecer "ao governo e a todo o povo brasileiro".
"Com a doação do Brasil conseguimos construir um centro médico que prestará serviços à população do sul do distrito de Hebron e isso facilitará a vida de cerca de 200 mil pessoas, que antes tinham que viajar 35 km até a cidade de Hebron e esperar por muito tempo em filas para obter atendimento", disse o médico palestino ao Terra. "Agora poderemos oferecer atendimento e vacinação para uma grande população em condições muito melhores. Temos 22 médicos e 40 enfermeiros no novo centro", acrescentou.
O ministro Padilha chegou em Israel na última quinta feira e visitou os maiores centros hospitalares e indústrias farmacêuticas do país e também se encontrou com a ministra da Saúde israelense, Yael German.
Na sexta feira Padilha iniciou sua visita à Palestina, onde se encontrou com o ministro da Saúde da Autoridade Palestina, Hani Abdeen, na cidade de Ramallah e visitou o Laboratório Central de Saúde Pública, que também recebeu uma contribuição do governo brasileiro.
O embaixador Paulo França, chefe do Escritório de Representação do Brasil junto à Autoridade Palestina, disse ao Terra que os palestinos apresentaram uma série de necessidades adicionais, que serão objeto de discussão posterior, durante as reuniões.
"Os dois ministros da Saúde tiveram uma reunião muito positiva, na qual o ministro palestino agradeceu muito a contribuição já prestada pelo Brasil, além da postura politica do país em relação à questão palestina", disse o embaixador brasileiro.
Transferencia de tecnologia israelense
Segundo o ministro Padilha, a visita ao Oriente Médio foi muito proveitosa. "Em Israel estabelecemos dois canais muito importantes de colaboração", disse, "na área da produção de remédios e na área de treinamento de equipes médicas que irão atuar em eventos de massa, principalmente na Copa do Mundo e nas Olimpiadas".
Durante a visita o ministro firmou uma parceria com a indústria israelense Protalix, na área de produção de remédios biológicos com base vegetal. "Com essa parceria haverá transferencia de tecnologia que possibilitará a produção no Brasil de remedios para doenças inflamatórias e para câncer", disse. "Assim iremos gerar tecnologia e conhecimento na área farmacêutica e sobretudo poderemos reduzir o preço dos medicamentos".
O ministro brasileiro também firmou uma parceria com o Centro de Simulação Médica do Hospital Tel Hashomer, próximo a Tel Aviv. Esse centro se especializa em treinamento de equipes para casos de catástrofes que envolvam um grande número de feridos.
"Os conhecimentos que obteremos em consequência dessa parceria poderão nos ajudar muito a enfrentar problemas que podem ocorrer durante os grandes eventos que temos pela frente", concluiu Padilha.