quinta-feira, 6 de junho de 2013

Cutrale pela terceira vez "o terrotista MST" invade fazenda

Na primeira invasão, milhares de pés de laranja foram derrubados  (Foto: reprodução/TV Tem)De acordo com a PM, toneladas de laranja foram destruídas.
A princípio os integrantes do MST pareciam cumprir a ordem judicial de sair do local de maneira pacífica. Mas, ao chegar na fazenda, a Polícia Militar verificou que toneladas de laranja foram destruídas. Prédios da administração e galpões foram pichados e danificados. Além disso, produtos químicos foram despejados pelo local.

 A polícia acredita que eles tenham agido durante a noite de terça-feira (4). Não havia nenhum funcionário da Cutrale porque eles foram expulsos no dia da ocupação.

Agora a PM e representantes da empresa estão na fazenda para contabilizar os danos e registrar um boletim de ocorrência. A polícia já sabe que alguns integrantes do grupo são os mesmo que invadiram a fazenda em 2009, 2011 e 2012. Na primeira invasão, integrantes do movimento depredaram o local e derrubaram milhares de pés de laranja com um trator. A Polícia Civil tenta identificar os líderes que poderão ser presos por furto, dano e ameaça. Até agora ninguém foi encontrado.
Invasão MST Borebi  (Foto: reprodução/TV Tem)

Um grupo de 300 sem-terra  MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra).invadiu no domingo (2) a fazenda Santo Henrique, na cidade de Borebi (SP). É a terceira vez que a fazenda, que pertence a produtora de suco de laranja Cutrale, 
O MST quer que a propriedade de 2,6 mil hectares seja desocupada para que seja destinada à reforma agrária.
De acordo com o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), a fazenda está numa área comprada pela União para assentar colonos estrangeiros no início do século passado.
Segundo o MST, o imóvel foi cedido para o Incra em 2007, por decisão da Justiça, mas a Cutrale continuou no local devido a decisões judiciais que protelam sua saída.
O movimento diz ainda a empresa cometeu danos ambientais na fazenda.
A Cutrale é uma das maiores produtoras mundial de suco de laranja.
Procurada pela reportagem, a empresa afirmou que já obteve liminar que garante a reintegração de posse.
Segundo a empresa, os manifestantes tem 24 horas para deixar a propriedade a partir da intimação, sob pena de multa diária de R$ 500,00 por cada integrante presente no local em caso de descumprimento da decisão.

03/06/2013 - 12h26 DE SÃO PAULO  Atualizado às 18h22.

Do G1 Bauru e Marília

2 comentários:

  1. Vão trabalhar membros do MST paus mandados, laranjas, da oligarquia internacional que querem invadir,se apoderar do solo brasileiro, a mando daqueles que não possuem terra e roubam, tiram, destroem as terras que é dos brasileiros. Para depois, entregar de bandeja para os centralizadores internacionais.

    ResponderExcluir
  2. Respeitar o MST não significa que se tenha que concordar com os excessos e flagrantes desrespeitos às leis do país praticados por seus militantes. Os integrantes do MST, como toda a população que os acompanha, têm que respeitar as leis, para serem respeitados. De um modo geral, a sociedade brasileira rechaça estes radicalismos.

    ResponderExcluir