quinta-feira, 6 de junho de 2013

Funai, CIMI, líderes indígenas e seus respectivos "laranjas"...O Governo brasileiro tem que governar, com pulso firme



o - ..."que está ocorrendo no Brasil - pacífico e até o momento, vergonhosamente desarmado -..." é ou não é uma"baderna", uma confusão, uma falta de ordem, uma falta de comando, ..."uma falta de método, uma desorganização, uma bagunça, uma barafunda - em uma tentativa de confundir a população brasileira e a opinião pública internacional."
Inacreditável, que o um ministro da Secretaria Geral da Presidência de uma potência como é o Brasil, concorde que fez ..." papel de bobo"..."que ficou feito "bobo" esperando uma resposta"...
Incrível, também,  que a Presidente de uma potência como é o Brasil  (em quem depositamos a nossa confiança, porque, morremos secos, mas, não perdemos a pose, apesar de, às vezes, mal governados por brasileiros, ruim com eles, pior sem eles e jamais governados por não-brasileiros) incite a bagunça, a falta de ordem dizendo  que ..."não devia ter obedecido"  sentença de um Juiz (???!!!).
Então, porque, não recorreram, de acordo com o devido processo legal?-..." é ou não é uma "baderna", uma confusão, uma falta de ordem, uma falta de comando, ..."uma falta de método, uma desorganização, uma bagunça,uma barafunda"?

Profa. Guilhermina Coimbra*...DECODIFICANDO O DISCURSO QUE DEVE SER DECODIFICADO
O Governo brasileiro tem que governar, com pulso firme, sem medo de desagradar aos dirigentes, antropólogos, funcionários da FUNAI, lideranças indígenas e o Conselho Indigenista Missionário.
O Governo brasileiro tem que impedir energicamente que volte a ocorrer este tipo de confrontação, sob pena de se passar - do questionamento popular - para a certeza da população - de que o governo não está governando de acordo com os interesses dos residentes no Brasil.
A FUNAI e o Ministro da Justiça tem que agir energicamente para impedir tanto a morte de índios brasileiros, quanto a de qualquer cidadão brasileiro.
A FUNAI e o Ministro da Justiça não estão sendo remunerados pelos contribuintes brasileiros para "lamentarem"que não tenha havido negociação antes da reintegração de posse da Fazenda Buritis, em Siderópolis, MS., assistindo impávidos, ás movimentações que culminou com o conflito armado com a polícia, no qual lamentavelmente, morreu mais um índio brasileiro. 
Aqueles que podem e devem lamentar, muito, é a família do índio brasileiro e todos brasileiros que acompanham pari pasu mais essa tentativa de dividir o território do Brasil -  tornando-o ingovernável, através das "badernas" campestres e urbanas que estão tentando conseguir fazer no Brasil.
O Governo brasileiro e o Ministro da Justiça não estão nos respectivos cargos, remunerados pelos contribuintes de direito e de fato brasileiros, para que tentem transformar e aceitem, deterministicamente, que esteja instalada no país, uma "guerrilha indigenista", como uma pseudo "FARC indígena"  (??? !!!).
O que está ocorrendo no Brasil - pacífico e até o momento, vergonhosamente desarmado - é uma "baderna", uma confusão, uma falta de ordem, uma falta de comando, uma falta de método, uma desorganização, uma bagunça, uma barafunda - em uma tentativa de confundir a população brasileira e a opinião pública internacional.
O objetivo salta aos olhos: é o de conseguir o aval de todos os brasileiros, para que, no limite da tolerância, peçam a "repetitiva e  ridícula intervenção externa, para "auxiliar" a impor (?) a paz no país - com todos os muitos e custosos ônus que os etcs., etcs. costumam trazer para os "auxiliados", "re-construídos"  e "apaziguados".
A bem da verdade - e os interessados odeiam o "nem que sim, nem que não muito pelo contrário" - há que se informar claramente, que, no Brasil, jamais haverá espaço para nenhum domínio subsidiado por interesses externos, porque, os brasileiros boicotam e não se deixam governar de fora para dentro: não interessa às empresas estrangeiras instaladas no Brasil, que do Brasil retiram os seus maiores lucros,  o Brasil se deixando transformar em  mais um país, entre tantos  que se deixaram transformar em praças de guerras, para satisfazer a vontade de interesses espúrios, os quais, absolutamente, não são os interesses das populações desses infortunados países.

As aguardadas providências que já devem estar sendo tomadas por dever de ofício dos que exercem o ofício são:

- a ABIN devassando, informando e denunciando, à PF e ao Judiciário, as atividades de estímulo às invasões das propriedades privadas, dos dirigentes, antropólogos e funcionários da FUNAI, contrariando as disposições da Constituição Federal visando a paz social no Brasil;
- a ABIN devassando, informando e denunciando, à PF e ao Judiciário, quais os interesses que estão financiando as invasões dos indígenas nas propriedades privadas, contrariando o direito da propriedade assegurado pela Constituição Federal;
- a PF devassando com ordem judicial as Declarações dos IRs de cada um dos  dirigentes, antropólogos e funcionários da FUNAI, da CMI, líderes indígenas e seus respectivos "laranjas"- para verificar se existe a compatibilidade de ganhos com os patrimônios de cada um deles;

- a PF devassando com ordem judicial os depósitos bancários, através do BACENJUD, de cada um dos dirigentes, antropólogos, funcionários da FUNAI, do CMI, líderes indígenas e seus "testas-de-ferro" - para verificar a origem dos depósitos;
-PF devassando com ordem judicial as "doações" etc. recebidas pelos indígenas para tumultuarem e impedirem o desenvolvimento do Brasil.
As referidas providências são respostas devidas às perguntas que não querem calar e que se reportam à:  
- quem está financiando os dirigentes, antropólogos, funcionários da FUNAI, do CMI e os líderes indígenas?
-de onde está vindo esse dinheirama que está financiando a baderna, a desorganização, a confusão, a falta de ordem, a falta de comando, a falta de método, a bagunça, a barafunda, as qais somente estão sendo suportadas, pela força do humor da população brasileira: que tudo vê, tudo percebe e ridiculariza;
- quanto e há quanto tempo estão se locupletando, ganhando por fora, de seus salários, estipêndios,   os  dirigentes, antropólogos e funcionários da FUNAI, da CMI e líderes indígenas que trabalham contra os interesses dos residentes no Brasil - aqueles que, através dos tributos,  pagam de direito e de fato, os seus estipêndios?
Força Governo brasileiro - ABIN e  PF informando, fiscalizando, investigando e neutralizando - todos os que tentam trabalhar contra os interesses do Brasil! 
* Curriculum Lattes.

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