terça-feira, 25 de junho de 2013

Referendo para Constituinte de falsa reforma política é o golpe institucional para a democradura no Brasil de Tolos

 

 
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Por Jorge Serrão  
serrao@alertatotal.net

O PT partiu para o golpe institucional aberto contra a Constituição, ao botar a Presidenta Dilma Rousseff de garota-propaganda da realização de um plebiscito para uma constituinte que  cuidaria da “reforma política”. Se não houver reação efetiva e imediata a tal golpe, a petralhada consolidará seu Governo do Crime Organizado no Brasil. Parte do Supremo Tribunal Federal já ensaia gritar contra o golpe aberto à Carta de 1988. Quem mais vai gritar e brigar?

Acuado pelas manifestações de rua (sem liderança, porém instigada por ONGs patrocinadas por movimentos do grande capital que financiam partidos e tendências da IV Internacional Socialista), o partido de Lula se une aos comparsas do PMDB para aplicar o esquema mafioso e mentiroso da “democradura direta” – esquema bolivariano repetido em vários países do nosso continente. No golpe plebiscitário (geralmente fraudado) passa tudo que interessa ao esquema de poder da turma do Foro de São Paulo e seus comparsas.

O PT apelou para a ignorância política, nos moldes das mais explícitas ditaduras. Conforme o Alerta Total denunciou ontem, o desgoverno colocou em operação seu sistema atualizado do “Guardião” para monitorar toda a organização das manifestações de rua do “Inverno Brasileiro”. Mas as duas máquinas de última geração, que cruzam informações de dados e voz, foram instaladas no terceiro andar do prédio da Abin, em Brasília, e outro no subsolo da Superintendência Federal em São Paulo, para “monitorar” também adversários e inimigos.

Qualquer um com bom senso sabe que não é necessário convocar uma assembléia constituinte apenas para fazer reforma política. Por isso, o golpe petralha é mais que manjado. Pretende-se usar a pauta política como “a cabecinha” para depois enfiar goela abaixo da sociedade outras medidas de interesse dos esquemas do crime. E como tudo se fará por meio de uma constituinte, teoricamente referendada pelo povo manipulado que vai aprovar sua convocação em referendo, o golpe ganha ares de legitimidade. É a democradura direta no pior estilo do socialismo do século 21.

O anúncio do golpe institucional petralha coincide com a realização, na capital paulista, do 19º Encontro do Foro de São Paulo, de 31 de julho a 4 de agosto. O organismo – cuja existência foi mentirosamente negada pelos petistas durante muito tempo - foi fundado em 1990, no Brasil, para unir a esquerda latinoamericana rumo ao que chamam de “socialismo do século 21”. Curioso é que, além da turma de canhota, o Foro também abriga grupos supostamente políticos, mas que na realidade são diretamente ligados à narcoguerilha no continente - o que dá margem para se enxergar a relação entre as faces ideológica e operacional do crime organizado. 

O FSP tem agora três focos operacionais. Primeiro, pretende fortalecer a rede de fundações, escolas e centros de capacitação que servirão de base para a tão sonhada “revolução”. Segundo, quer expandir o trabalho ideológico nos países africanos. Agora, a urgência em reagir às manifestações anti-governo petralha, gera uma terceira prioridade: a necessidade de acelerar a implantação do socialismo no Brasil, para que o PT não acabe tirado do poder antes do previsto.

Na prática, o esquema Lula-Dilma de plebiscito propondo uma constituinte atropela o Congresso e passa por cima da Constituição – que deveria ser guardada por um Supremo Tribunal Federal (agora com pelo menos 8 ministros indicados na Era Petralha (exceto Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello). O mais grave é que Dilma anunciou seu golpe institucional contando com a presença e conivência da maioria de 27 governadores e 26 prefeitos de capitais, no Palácio do Planalto.

Na foto da vergonha política, com sorrisinhos gerais, ficou clara a covardia e o medo da classe política. A reunião foi viável e teve “tanto peso” como uma espécie de “resposta” às manifestações nas ruas do Brasil. Os desclassificados e desqualificados políticos, nos papéis de governadores e prefeitos, passaram ontem o recibo de que se sentiram ameaçados pela livre expressão das ruas (mesmo que a massa do movimento tenha sido inicialmente manipulada pelos agentes de esquerda, patrocinados pelos socialistas fabianos e, no fim, acabasse se transformando em uma megamobilização de jovens e dos cidadãos-eleitores-contribuintes de saco de cheio de serem mal governados, roubados impunemente pelos corruptos e aterrorizado pelo sistema de governança do crime organizado).

O Plano de Lula-Dilma assumiu ares golpistas ainda mais patéticos quando se anunciou a adoção de medidas mais duras no combate à corrupção – que seria transformada em crime hediondo. Só faltou Dilma pedir pena de morte para os corruptos – o que representaria uma ameaça concreta à quase totalidade da classe política tupiniquim. A sorte dos corruptos é que a turma dos “direitos dos manos” entraria rapidamente em cena para salvá-los...

Quem melhor definiria o que afeta os políticos governistas neste delicado momento político brasileiro é o Doutor Jacinto Leite no Rêgo, proctologista da turma do Casseta: eles estão com o  “esfíncter em contração máxima"...

O problema grave, neste golpe institucional, é: o que está  na reta é o nosso direito à cidadania e à democracia, sistematicamente violentada pelo Governo do Crime Organizado no Brasil.

Releia alguns textos que ajudarão a entender melhor a origem ideológica do golpe institucional anunciado ontem por Lula-Dilma:

Discurso para os companheiros do Foro de São Paulo

Foro de São Paulo: recordar é preciso

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