sexta-feira, 30 de maio de 2014

Brasil sem o seu território, e 190 milhões de brasileiros poderão ser despejado perdendo suas nacionalidades

Assinem e repassem o manifesto, o Brasil agradece.
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Minha manifestação é de salientar que Nossa Constituição de 1988 Reza, Confirma, de Forma Clara e Rica em Detalhes sobre os Direitos dos Povos Indígenas Brasileiros especificando  de forma incontestável, que as Áreas de Reservas Indígenas SÃO DA UNIÃO, e de Usufruto pelas Comunidades Indígenas sob Tutela da União através da FUNAI,  assegurando aos povos indígenas o respeito à sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições. Reconhece que os povos indígenas foram os primeiros senhores de fato e de direito desta terra chamada Brasil, incorporando a seus ideais de justiça a idéia do "indigenato".
A posição do Brasil na ONU aprovando  sem ressalvas o acordo internacional OIT Convenção n⁰ 169, contraria a posição soberana do Brasil. O Trabalho que é formada por 185 países-membros na hora de decisão, apenas 17 nações aprovaram a Convenção n⁰ 169 entre elas o Brasil, enquanto 168 países se negaram a assinar como  Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Rússia e Argentina, se recusaram a aprovar essas resoluções, sob a argumentação que violavam a legislação interna de seus países. No Brasil, com textos que criam condições objetivas para a subtração de territórios atualmente brasileiros, foram atos de traição.
ATENÇÃO! pretendem a balcanização do Brasil, nos mesmos moldes em que a oligarquia anglo-americana para adentrar além mares e transportar seus produtos, deixaram Hong Kong miserável, viciada no ópio, e submissa por 99 anos. Existe a guerra comercial, SIM, são os olhos de cobiça nas terras brasileiras com solo rico e fértil nos minérios estratégicos como Urânio e Nióbio.
Se a Presidente Dilma Rousseff, não DENUNCIAR, RETIFICAR, dizer NÃO, a Convenção OIT n⁰ 169 junto a ONU até o dia 24 de julho de 2014, será o maior crime já visto na história do Brasil. Decretado pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso, Aprovado pelo Congresso Nacional, e Promulgado pelo Presidente Lula da Silva. A Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) A Presidente Dilma tem que retificar, Corrigir o ERRO dos Representantes Brasileiros que inadvertidamente, por um lapso ou por ignorância -  nas melhores das hipóteses – concordou em  assinar convenção prejudicial aos interesses do Brasil. Na ocasião, o Ministro Amorim, do MRE – Ministério de Relações Exteriores do Brasil, minimizou a importância da assinatura EXPLICANDO QUE SOMENTE APÓS A ratificação é que a Convenção teria validade etc....
Pois bem: ESTÁ NA HORA DE NÃO ratificar! 
ESTÁ NA HORA DE RETIFICAR - CORRIGIR O ERRO - E DIZER EXPRESSAMENTE QUE NÃO ratifica, QUE NÃO APROVA E QUE NÃO CONCORDA COM OS TERMOS DA CONVENÇÃO. Do contrário, 190 milhões de brasileiros poderão ser despejados do Brasil, perderem suas nacionalidades,  e o mapa do Brasil mudará sua visualização:

Pelo que vemos no mapa, e pensar, que foram os Índios Guarani junto com os Bandeirantes homens principalmente paulistas, que em 1494 desbravaram o interior do Brasil nas terras longe da costa criando as primeiras hospedarias, abrindo para seus cavalos as primeiras estradas, e se instalando ao longo de todo o território nacional cumprindo o Tratado de Tordesilhas que deu origem ao formato do nosso país, é muito triste para o  cidadão brasileiro que lutou pelo Brasil Unido.
O Brasil, como uma sociedade relativamente homogênea e coesa, será dividido, fragmentado e reduzido aos feudos de restritos grupos de interesse, os quais servirão para ascensão bem sucedida do poder da oligarquia anglo-americana no Brasil.
Quem vai prevalecer? a oligarquia anglo-americana através da sua frente de batalha, a  Fundação Ford? ou os brasileiros empenhados em salvaguardar a integridade de sua nação?  Só o tempo poderá dizer…

Mas tal é a velocidade com que os esforços divisivos da Fundação estão a dar frutos que um parlamentar brasileiro já propôs a criação de territórios “brancos” territórios étnicos, evidentemente emulados nos territórios “indígenas” ou “negros” que já estão sendo agitados vigorosamente para, o fim de “preservar os direitos culturais, o exercício de práticas comunitárias, a memória, cultura e a identidade racial da etnia branca”.  Isso no Brasil, talvez o mais multirracial pais do mundo, lembrando-me o documento de tradução juramentada  Diretrizes N.4 - do Conselho Mundial de Igrejas Cristãs para a Amazônia Brasileira no seu item c: "É preciso infiltrar missionários e contratados, inclusive não religiosos, em todas as nações indígenas, para aplicar o Plano Base destas  Diretrizes,  infiltrando-os também em todos os setores da atividade pública, a fim de viabilizarem a boa execução desse plano". Mudança e Divergência: Diretrizes No 4 - ANO "0" do Conselho Mundial de Igrejas Cristãs para a Amazônia Brasileira

PEÇO A TODOS QUE LEIAM COM ATENÇÃO NO LINK ABAIXO, SOBRE A IMPORTÂNCIA DE DENUNCIAR, RETIFICAR  ATÉ 24/07/2014 A OIT N⁰ 169:

Marilda Oliveira cidadã brasileira,
oliveira.marilda@terra.com.br
São Paulo -  Ipiranga - SP

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Alexandre Padilha candidato pelo CMI a SP - Saiba mais:

Nota do autor: 01)  Pesquisando sobre a OIT N.169 que doará pela ONU 50% do território nacional  assinada pelo governo federal sem ressalvas, e se a Dilma não cancelar a convenção até 24/07/2014 como poderão ler em [01], me deparei com os conselhos missionários igrejas ONGs que infiltraram-se na nossa Amazônia fazendo mentalidade nos nossos índios, com intenções, e agora querem tomar conta do território da Amazônia.

02) Minha obrigação como cidadã brasileira é lutar para que os desmandos em nosso país não continue, e que os infiltrados que vendem o País por trinta moedas sejam identificados, julgados, punidos e presos.
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Em 1978  em Genebra
D.Paulo Evaristo Arns, Wright, Vanucchi e Eny Moreira são aplaudidos de pé Ao chegar em Genebra, em 1978, a advogada brasileira Eny Moreira apresentou a Chuck Harper a ideia de organizar um arquivo com cópias feitas em segredo dos autos da ditadura militar no Brasil, o representante do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) ficou motivado: "Isso é possível? Podemos mesmo fazê-lo? - perguntou. Eny respondeu: “Sim, mas precisamos de apoio para o que o reverendo Jaime Wright e de dom Paulo Evaristo Arns estão fazendo.”
O presidentes do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), dom Manoel João Francisco, e o presidente do Conselho Latino-Americano de Igrejas (CLAI), bispo anglicano panamenho Julio Murray, também tiveram a oportunidade de saudar o público presente. http://www.cebi.org.br/_print.php?type=news&id=2114
Entendendo a finalidade,.! Programaram com isso, condenar a tortura aplicada no regime militar e afastar a guarda militar da Amazônia e fronteiras brasileiras na finalidade de consentir, alocar, as ONGs e os conselhos missionários na Amazônia e outras cidades do Brasil, para transformar a mentalidade dos nossos índios,  quilombolas, e ou,"os falsos índios", que hoje pedem 50% do território nacional. Os missionários que se dizem humanistas doam os votos dos enganados nas urnas eleitorais. Isso é crime, e a Funai que não vê! E o Estado que não se faz presente, punindo todos aqueles que vendem á Pátria por 30 moedas.


    O que  causa indignação é ver que a igreja anglicana e seus membros subordinada ao Vaticano que estava presente na reunião em 1978 e a qual a CMI faz parte conforme abaixo e na reportagem aponta,  foram condenados a 25 anos de prisão em Bruxelas no ano 2013  pelo genocídio das crianças indígenas da etnia Mohawk; -  e no Brasil ninguém investiga nada com relação a segurança dos nossos índios brasileiros e a atuação dos conselhos missionárias das igrejas junto a eles, com toda a omissão da Funai e ausência do Governo Federal, leiam sobre o julgamento da igreja anglicana em Bruxelas [02]: 

    Conciliei os fatos ao ler as notícias nos jornais que abaixo exponho:

    Um dos fundadores o veterano militante das redes do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) no Brasil, Anivaldo Pereira Padilha, que vem a ser pai do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, de malas prontas para deixar o cargo e lançar-se à disputa pelo governo de São Paulo pelo PT. O CMI, como sabem os leitores regulares deste boletim, é a entidade que, por detrás da fachada da promoção de um falso ecumenismo religioso, funciona como coordenadora do indigenismo e outras formas insidiosas de interferência política em países de interesse para os seus mentores do Establishment oligárquico anglo-americano. Em seu livro “Quem manipula os povos indígenas contra o desenvolvimento do Brasil: um olhar nos porões do Conselho Mundial de Igrejas” (Capax Dei, 2013) os jornalistas Lorenzo Carrasco e Silvia Palacios, membros do conselho editorial deste boletim, assim descrevem os vínculos entre tais ONGs:

    Uma das articulistas semanais da Folha de S. Paulo, a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), deu à sua coluna de 19 de janeiro o sugestivo título“Conspiração: teoria e prática”. O texto sintetizava a insidiosa agenda do aparato ambientalista-indigenista no Brasil, ironizando um argumento frequentemente empregado pelos seus integrantes quando se vêem diante de denúncias sobre os seus vínculos internacionais – o de que se tratariam de mera “teoria conspiratória”. Vale recordar as palavras da senadora:
    «A sociedade brasileira está sendo artificialmente desunida e segmentada em negros, índios, feministas, gays, ambientalistas e assim por diante. Em torno de cada um desses grupos aglutinam-se milhares de ONGs, semeando o sentimento de que cada qual padece de injustiças, que têm que ser cobradas do conjunto da sociedade. Que país pretendem construir? Não tenham dúvida: um país em que o Estado, com seu poder de coerção, seja a única instância capaz de deter os conflitos que ele mesmo produz; um Estado arbitrário, na contramão dos fundamentos da democracia. Não é teoria da conspiração. É o que está aí.»
    Na edição de 30 de janeiro, a Folha deu a conhecer um convênio assinado pelo Ministério da Saúde, com a ONG Koinonia-Presença Ecumênica e Serviço, nos últimos dias de 2013, para executar “ações de promoção e prevenção de vigilância em saúde”. A pauta do convênio prevê, até dezembro deste ano, a capacitação e formação de 90 jovens, por meio de palestras, aulas e jogos, para ensinar a evitar e tratar doenças sexualmente transmissíveis, como a AIDS. O valor do convênio é de R$ 199.800,00.
    Ocorre que a Koinonia tem como um dos fundadores o veterano militante das redes do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) no Brasil, Anivaldo Pereira Padilha, que vem a ser pai do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, de malas prontas para deixar o cargo e lançar-se à disputa pelo governo de São Paulo pelo PT. O CMI, como sabem os leitores regulares deste boletim, é a entidade que, por detrás da fachada da promoção de um falso ecumenismo religioso, funciona como coordenadora do indigenismo e outras formas insidiosas de interferência política em países de interesse para os seus mentores do Establishment oligárquico anglo-americano. Em seu livro “Quem manipula os povos indígenas contra o desenvolvimento do Brasil: um olhar nos porões do Conselho Mundial de Igrejas” (Capax Dei, 2013) os jornalistas Lorenzo Carrasco e Silvia Palacios, membros do conselho editorial deste boletim, assim descrevem os vínculos entre tais ONGs:
    «Para os membros do Conselho do Conselho Mundial de Igrejas, não existe uma lealdade a qualquer religião particular, o que, nesse ecumenismo ad hoc, permite, inclusive, que se seja agnóstico ou abertamente antirreligioso. Este é, precisamente, o tipo de militância existente no aparato indigenista que opera em Brasil, observado em organizações como o ISA [Instituto Socioambiental], Koinonia, Ação Educativa e o próprio CIMI [Conselho Indigenista Missionário], cuja filiação à CNBB [Conferência Nacional dos Bispos do Brasil] não passa de mera formalidade, já que suas ações são ditadas pela agenda do aparato indigenista do qual faz parte.»
    «Em todos os casos, inexiste qualquer indício de um genuíno trabalho missionário, buscando a evangelização ou o progresso das populações indígenas, em harmonia com os melhores interesses das nações e dos valores cristãos. Ao contrário, essas organizações “missionárias” promovem o que entendem como os interesses dos povos indígenas – em essência, preservá-los em reservas que se assemelham a “zoológicos humanos”, separados do restante das sociedades nacionais, como membros de uma humanidade abstrata, desprovida de princípios universais e vivendo em condições institucionais que antecedem a existência dos Estados nacionais soberanos. Ou seja, uma causa perfeita para promover um “humanitarismo” hipócrita, para favorecer o estabelecimento de estruturas supranacionais de “governo mundial”. No caso brasileiro, o mesmo ocorre com outras populações marginalizadas, minorias étnicas e outras, organizadas contra as instituições cívico-militares do Estado nacional. Sempre atuando com o mote de “a humanidade acima da nação” – na realidade um “imperialismo humanitário”.»
    A Koinonia foi fundada em 1994, a partir de um desmembramento do Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI), por sua vez, oriundo do Centro Evangélico de Informações (CEI), criado em 1964, como um centro de coordenação das operações do CMI no Brasil. A divisão do CEDI foi efetuada para promover uma divisão de trabalho entre as redes do CMI, que ficou assim:
    ♦ Koinonia: direitos sexuais e reprodutivos, dos homossexuais e sociedades quilombolas;
    ♦ Ação Educativa: direitos humanos, igualdade étnico-racial e políticas de gênero;
    ♦ Instituto Socioambiental (ISA): campanhas ambientalistas e indigenistas.
    Devido às repercussões da reportagem, o diretor-executivo da Koinonia, Rafael Soares de Oliveira, passou o dia explicando que a maior parte da receita da ONG provém de fontes estrangeiras e privadas. Em uma mensagem enviada ao sítio do jornalista Luís Nassif, ele relatou:
    «Durante esses 20 anos, a entidade firmou convênios, parcerias e contratos de cooperação com organismos internacionais – Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC), União Europeia, Ford Foundation (EUA), Christian Aid (Reino Unido), Church World Service (EUA), Conselho Mundial de Igrejas (Suiça), Igreja Unida do Canadá, Igreja Anglicana do Canadá, ACT Alliance, Igreja da Suécia, Canadian Foodgrains Bank, Norwegian Church Aid, entre outros.»
    «Cabe informar que grande parte da receita da entidade é obtida por meio do financiamento das entidades e organismos internacionais. Em 2013, por exemplo, do total do orçamento da Koinonia, 85,96% foi composto por doações internacionais e nacionais não-governamentais. Os recursos governamentais compuseram 14,04% da receita.»
    A candidatura de Alexandre Padilha ao governo paulista oferece uma interessante perspectiva às redes do CMI, caso ele venha a eleger-se, pois teriam um importante aliado político no Estado mais poderoso do País.
    Diante dos fatos, que falam por si próprios, podemos encerrar repetindo a conclusão de Kátia Abreu:
    “Não é teoria da conspiração. É o que está aí.”

    Créditos ➞ Este artigo foi apresentado no Boletim Eletrônico MSIa INFORMA, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Vol. V, No 27, 31 de Janeiro de 2014.
    MSIa INFORMA ➞ É uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 – sala 202 – Rio de Janeiro (RJ) – CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.
    Para saber mais sobre o tema ➞ Visitar os sites da MSIa/Capax Dei: http://www.alerta.inf.br/ e http://www.msia.org.br/.
    Mensagens e sugestões ➞ Favor enviar para msia@msia.org.br
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    Fontes desta pesquisa:
    http://www.blogdoambientalismo.com/alexandre-padilha-candidato-conselho-mundial-de-igrejas/
    http://pib.socioambiental.org/pt/c/politicas-indigenistas/orgao-indigenista-oficial/funai
    [ 02]   - Mudança e Divergência: Holocausto das crianças Mohawk. Rainha da Inglaterra, igreja Anglicana da Inglaterra e o Vaticano acusados de genocídio.